sábado, 4 de abril de 2009

Sua Pesquisa:Espaço Sideral

Espaço sideral

Espaço interplanetário. Designação usada sobretudo com relação aos espaços existentes entre os planetas do nosso próprio Sistema Solar. Por extensão, a distância entre os eventuais planetas de qualquer dado sistema estelar.
Espaço interestelar. As porções de quasi-vácuo existentes entre as estrelas. Diz-se sobretudo com relação aos espaços entre as estrelas da nossa própria galáxia, a Via Láctea.
Espaço intergalático. As desoladas vastidões entre as galáxias. Só da Via Láctea à sua galáxia-satélite mais próxima, a Grande Nuvem de Magalhães, são 152.000 anos-luz. Até sua galáxia irmã, a mais próxima de forma e tamanho similares, Andrômeda, 2.200.000 anos-luz. E a partir daí para distâncias imensamente maiores.

Planetas

Concepção artística de um planeta extrasolar (HD 209458 b) a orbitar uma estrela

Planeta, como definido pela União Astronômica Internacional (IAU), é um corpo celeste orbitando uma estrela ou restos estelares que tem massa suficiente para haver rotação em torno de si (através da gravidade) e, não tem massa suficiente para causar fusão termonuclear, tendo, ainda, limpado a vizinhança de sua órbita .

Na última década foram já descobertos mais de 200 planetas extra-solares, provando que a ocorrência destes corpos é universal.


Definição


Gráfico a representar o tamanho em escala aproximada dos planetas do sistema solar, mas não a distância. Uma parte do disco solar é visível no topo. Legendas:
1=Mercúrio
2=Vênus
3=Terra
4=Marte
5=Júpiter
6=Saturno
7=Urano
8=Netuno

A palavra "planeta" vem do grego πλανήτης — "planētēs", "plan", que significa "aquele que vagueia", visto que os astrônomos antigos observavam como certas luzes se moviam através do céu em desacordo com as estrelas. Eles acreditavam que esses objetos juntamente com o Sol e a Lua orbitavam a Terra considerada estacionária no centro.

O número original de planetas era sete: Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter, e Saturno, em órbitas determinadas segundo o sistema definido por Ptolomeu.

Posteriormente, com a adoção do heliocentrismo, a Terra passou a ser considerado planeta enquanto o Sol e a Lua perderam esse status. Com a invenção do telescópio permitiu-se a descoberta de Urano (1781), Neptuno (1846) e Plutão (1930). Plutão entretanto, a partir da resolução de 24 de agosto de 2006 da União Astronômica Internacional, deixou de ser considerado um planeta, passando ao status de planeta anão.

A definição adotada preenche um vazio que existia neste campo científico desde os tempos do astrônomo polonês Nicolau Copérnico (1473-1543). A nova definição estabelece três grupos de corpos celestes. O primeiro inclui os oito planetas "clássicos": Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno. O segundo grupo inclui Ceres, Plutão e Éris, são os planetas anões e o terceiro grupo é formado por pequenos corpos do sistema solar, tais como asteróides e cometas.

Controvérsias

Até o ano de 2006, considerava-se Plutão o nono planeta do sistema solar. A controvérsia foi iniciada pela descoberta de Éris, corpo celeste que se situa além da órbita de Neptuno e tem dimensões superiores às de Plutão.

Plutão, descoberto em 1930 pelo cientista norte-americano Clyde Tombaugh (1906-1997), foi objeto de polêmica há décadas, principalmente por causa do seu tamanho, cujas estimativas foram reduzidas ano após ano e cujo valor atual foi estabelecido em 2.300 quilômetros de diâmetro.

Assim, Plutão é muito menor que a Terra (12.750 quilômetros) e até mesmo menor que a Lua (3.480 quilômetros) e Éris (3.000 quilômetros), que no entanto está muito mais longe do Sol.

Outro argumento contra Plutão é a forma pouco ortodoxa de sua órbita, cuja inclinação não é paralela à da Terra e a dos outros sete planetas do Sistema Solar.

Desta forma, a União Astronômica Internacional criou uma categoria de um corpo celeste chamada de planeta anão, dentro da qual estão incluídos Plutão, Éris e também o asteróide Ceres, situado entre as órbitas de Marte e Júpiter.

Formação Planetária

Não se sabe ao certo como os planetas são formados. A teoria mais aceita é que eles são formados das sobras de uma nebulosa que não se condensam sob ação da gravidade para formar uma protoestrela. Em vez disso, essas sobras se tornam um fino disco protoplanetário de pó e gás que gira em volta de protoestrela e começa se condensar sobre concentrações locais de massa dentro de discos conhecidos como planetesimais. Essas concentrações ficam cada vez mais densas até que eles colapsam pela gravidade para formar-se protoplanetas. [1]Depois que um planeta consegue um diâmetro maior do que uma lua terrestre, ele começa a acumular uma atmosfera extensa. Isto amplia a razão de captura do planetesimal por um fator de dez. [2]

Os impactos enérgicos planetesimais menores aquecerão o planeta crescente, causando-o, pelo menos, uma fusão parcial. O interior do planeta começa a diferenciar-se pela massa, desenvolvendo um núcleo denso. Os menores planetas terrestres perdem a maior parte das suas atmosferas devido a este aumento, mas os gases perdidos podem ser substituídos por gases originários do manto interior e do impacto de cometas subseqüente. [3](Observe que os planetas menores perderão qualquer atmosfera que eventualmente ganhem por vários mecanismos de escape.)

Com a descoberta e a observação de sistemas planetários em volta de estrelas outras além do nosso próprio, tem permitido elaborar, revisar ou mesmo substituir estas contas. Acredita-se agora que o nível de características metálicas determina a probabilidade que uma estrela tem de possuir planetas.[4] Portanto, acredita-se que é menos provável que um pouco metálico, estrela população II tenha um sistema planetário substancial do que um muito metálico estrela população II.

Categorias

Os astrônomos distinguem planeta, planeta anão e pequenos corpos de sistema solares.

Os planetas dentro do nosso sistema solar podem ser divididos em categorias segundo sua composição.

  • Planetas telúricos (ou planetas sólidos): Planetas que são similares a Terra — com corpos largos compostos de rocha: Mercúrio, Vênus, Terra e Marte.
  • Planetas gasosos (ou planetas jovianos): Planetas com uma composição largamente composta por materiais gasosos: Júpiter, Saturno, Urano, Neptuno.
  • Planetas unrânicos (ou gigante de gelo): são uma subclasse dos planetas gasosos, distinguidos dos verdadeiros jovianos por sua deflexão no hidrogênio e hélio e uma composição significante de rochas e gelo.

Planetas do Sistema Solar

Ver artigo principal: Sistema Solar

Abaixo estão eles em ordem crescente de distância do Sol (com seu respectivo símbolo astronômico em parênteses e e o números de satélites naturais):

Planetas sólidos

  • Mercúrio ( ☿ ) sem satélites naturais confirmados
  • Vénus ( ♀ ) sem satélites naturais confirmados
  • Terra ( ⊕ ) com um satélite natural confirmado, a Lua
  • Marte ( ♂ ) com dois satélites naturais confirmados: Fobos e Deimos

Planetas gasosos

Atributos dos planetas do Sistema Solar

Atributos dos planetas do Sistema Solar
Nome Diâmetro*
do equador
Massa* Raio
orbital* (UA)
Período orbital*
(anos)
Inclinação
orbital
(°)
Excentricidade
orbital
Período de rotação *
(dias)
Satélite(s) natural(is)
Mercúrio 0.382 0.06 0.387 0.241 7.00 0.206 58.6 nenhuma
Vênus 0.949 0.82 0.72 0.615 3.39 0.0068 -243 nenhuma
Terra** 1.00 1.00 1.00 1.00 0.00 0.0167 1.00 1
Marte 0.53 0.11 1.52 1.88 1.85 0.0934 1.03 2
Júpiter 11.2 318 5.20 11.86 1.31 0.0484 0.414 63
Saturno 9.41 95 9.54 29.46 2.48 0.0542 0.426 56
Urano 3.98 14.6 19.22 84.01 0.77 0.0472 -0.718 27
Neptuno 3.81 17.2 30.06 164.8 1.77 0.0086 0.671 13

Estrelas

Nota: Se procura outros significados para "Estrela", consulte Estrela (desambiguação).

Centenas de estrelas são visíveis nesta imagem tirada pelo Hubble Space Telescope do Sagittarius Star Cloud na Via Láctea.

Uma estrela (pronuncia-se /ʃʹtɾeɬɐ/ ou /isʹtɾela/) é um corpo celeste luminoso formado de plasma. Por causa de sua pressão interna, produz energia por fusão nuclear, transformando moléculas de hidrogênio em hélio. A energia gerada é emitida através do espaço sob a forma de radiação electromagnética (luz), neutrinos e vento estelar. A estrela mais próxima da Terra — depois do Sol, a principal responsável por sua iluminação — é Próxima Centauri, que fica a 40 trilhões de quilômetros, ou 4,2 anos-luz.

A energia emitida por uma estrela está associada a sua pressão interna, que possibilita um ambiente adequado à fusão nuclear, que produz energia transformando moléculas de hidrogênio em hélio. Uma estrela tem de ter uma massa acima de um determinado valor crítico (aproximadamente 81 vezes a massa de Júpiter) para que a pressão interior seja suficiente para ocorrerem reações nucleares de fusão no seu interior. Corpos que não atingem esse limite, mas que ainda assim irradiam energia por compressão gravitacional chamam-se anãs castanhas (ou anã marrom) e são um tipo de corpo celeste na fronteira entre as estrelas e os planetas, como gigantes gasosos. O limite superior de massa possível para uma estrela depende do limite de Eddington.

A maior fração dos elementos mais pesados que o hidrogênio ou hélio no universo como o ferro, níquel ou outros metais foram gerados a partir da fusão termonuclear nos núcleos estelares. Elementos cada vez mais pesados gerados nos núcleos com a escassez de elementos leves possuem menor eficiência energética a partir de sua fusão — um ciclo de transições de elementos que eventualmente leva à morte da estrela. Uma estrela em seu fim pode ter diversos destinos dependendo de suas características, como dar origem a uma gigantesca explosão, as supernovas, entrar em colapso dando origem a um buraco negro ou originar uma anã branca.

As estrelas menores que o Sol têm menor temperatura e seu brilho é alaranjado ou avermelhado. As como o Sol têm temperatura média e o seu brilho é amarelado. E as maiores têm maior temperatura e um brilho branco-azulado.

As estrelas visíveis aparecem como pontos brilhantes e cintilantes (por causa de distorção óptica causada pela atmosfera) no céu noturno, à exceção do Sol que devido a sua proximidade é visto como um disco e é o responsável pela luz do dia. O uso comum da palavra estrela nem sempre reflete o verdadeiro objeto astronômico: todos os pontos cintilantes no céu são freqüentemente chamados de estrelas, apesar de poder serem planetas visíveis, meteoros (estrela cadente), galáxias, nebulosas, cometas ou até mesmo um sistema binário formado por duas estrelas, como é o caso de Alpha Crux, que constitui a extremidade mais brilhante do Cruzeiro do Sul (ou Crux).

Índice

[esconder]

Classificação das estrelas

As estrelas diferem na sua massa, composição e brilho absoluto (não o brilho aparente, que varia com a sua distância ao ponto de observação). Ao longo da vida de uma estrela, a sua massa e composição se alteram gradativamente devido aos processo de fusão nuclear.

Segue-se uma pequena lista de alguns dos objectos estelares mais "exóticos":

  • anã castanha (ou anã marrom): um objeto sub-estelar em que não tem lugar a fusão de hidrogénio, mas que brilha em infravermelhos e no vermelho devido a alguns outros tipos de reações nucleares e ao calor interno.
  • anã branca: resultado final da vida de uma estrela de média grandeza, uma anã branca é o núcleo que resta da estrela depois que ela ejeta as suas camadas exteriores.
  • estrela de nêutrons: o que resta depois da explosão de uma supernova. É um objecto extremamente denso, mas não tanto como um buraco negro.
  • buraco negro: objecto cuja gravidade é tão intensa que nem a luz lhe consegue escapar, e que pode ser formado a partir de explosões de estrelas supermassivas, que colapsam num buraco negro.

Existem diferentes classificações de estrelas. Numa classificação comum, as estrelas vão do tipo O que são muito grandes e brilhantes, até M que são de tamanho apenas suficiente para iniciar a ignição das reações termonucleares com o hidrogênio. As estrelas mais comuns de nossa galáxia são classificadas de acordo com as classes O, B, A, F, G, K, M, estabelecidas por Annie Jump Cannon (1863-1941), a partir de critérios de classificação desenvolvidos no Harvard College observatory (Oservatório da Faculdade de Harward). Posteriormente, Cecilia Payne mostrou que essa seqüência classificatória corresponde a uma seqüência de temperatura superficial estelar, onde as estrelas O são mais quentes do que as B, as quais são mais quentes do que as A, e assim por diante.

As classes estelares R, N e S foram introduzidas por Morgan e Keenan, para a classificação de estrelas carbonadas. Sua definição nunca foi muito clara e seu uso não se difundiu entre os profissionais. Posteriormente, as classes R e N foram reagrupadas na classe C.

Além dessas, reconhecem-se atualmente mais três classes estelares: W, L, T. As estrelas W, também chamadas de Wolf-Rayet, são estrelas muito massivass, mais quentes do que as estrelas O. As classes L e T, por sua vez, correspondem ao extremo de baixa temperatura superficial. Estrelas de classe T são, na realidade, consideradas anãs marrons.

Cada classe tem 9 subclassificações numéricas (0-9). Nosso Sol é uma estrela de classe G, subclassificação 2: notado dessa forma como G2.

No diagrama HR, a maior parte das estrelas encontra-se na faixa conhecida como seqüência principal, que relaciona a magnitude absoluta e tipo espectral das estrelas que queimam hidrogênio em seu núcleo.

O Sol é tomado com uma estrela padrão nesse sistema (Luminosidade = 1) não porque seja especial em algum sentido, apenas porque é a estrela mais próxima e melhor estudada que conhecemos, e a maior parte das características de outras estrelas é geralmente dada em unidades solares.

Por exemplo, a massa do Sol é

MSol = 1.9891 × 1030 kg

e as massas de outras estrelas são dadas em termos de massa solar, MSol.

Formação e evolução

Ciclo de Vida das Estrelas

Estrelas nascem em nuvens moleculares, grandes regiões de matéria de alta densidade (apesar dessa densidade ser um pouco menor do que aquela obtida numa câmara de vácuo na Terra), e se formam por instabilidade gravitacional nestas nuvens, causada por ondas de choque de uma supernova (estrelas de grande massa que iluminam com muita intensidade as nuvens que as formam). Um exemplo dessa reflexão é a Nebulosa de Órion).

Estrelas gastam 90% de suas vidas realizando a fusão nuclear do hidrogênio para produzir hélio em reações de alta pressão próximo ao seu centro. Tais estrelas estão na sequência principal do diagrama de Hertzsprung-Russell.

Pequenas estrelas (chamadas de anãs vermelhas) queimam seu combustível lentamente e costumam durar dezenas a centenas de bilhões de anos. No fim de suas vidas, elas simplesmente vão apagando até se tornarem anãs negras.

Conforme a maioria das estrelas esgota a sua reserva de hidrogênio, suas camadas externas expandem e esfriam formando uma gigante vermelha (em cerca de 5 bilhões de anos, quando o Sol já for uma gigante vermelha, ele terá engolido Mercúrio e Vênus).

Eventualmente, o núcleo será comprimido o suficiente para iniciar a fusão do hélio. Então a camada de hélio se aquece e expande, para em seguida esfriar e se contrair. A reação expulsa a matéria da área externa para o espaço, criando uma nebulosa planetária. O núcleo exposto irradia fótons ultravioleta que ionizam a camada ejetada, fazendo-a brilhar.

Estrelas maiores podem fundir elementos mais pesados, podendo queimar até mesmo ferro. O núcleo remanescente será uma anã branca, formada de matéria degenerada sem massa suficiente para provocar mais fusão, mantida apenas pela pressão de degenerescência. Essa mesma estrela vai se esvair em uma anã negra, numa escala de tempo extremamente longa.

Em estrelas maiores, a fusão continua até que o colapso gravitacional faça a estrela explodir em uma supernova. Esse é o único processo cósmico que acontece em escalas de tempo humanas. Historicamente, supernovas têm sido observadas como "novas estrelas" onde antes não havia nenhuma.

A maior parte da matéria numa estrela é expelida na explosão (formando uma nebulosa como a Nebulosa do Caranguejo) mas o que sobra vai entrar em colapso e formar uma estrela de nêutrons (um pulsar ou emissor de raios X) ou, no caso das estrelas maiores, um buraco negro).

A camada externa expelida inclui elementos pesados, que são comumente convertidos em novas estrelas e/ou planetas. O fluxo da supernova e o vento solar de grandes estrelas é muito importante na formação do meio interestelar.

Os nomes das estrelas

Existem diversos sistemas de denominação estelar. Os mais antigos partem das constelações, denominando as estrelas componentes com uma letra grega em ordem alfabética, aproximadamente em ordem de luminosidade aparente na constelação; esta é seguida pelo nome da constelação, tradicionalmente em latim: como Centaurus (Centauro), com a estrela Alpha Centauri (α cen), a estrela mais brilhante de Centaurus. Devido à numerosidade de estrelas, grandes catálogos estelares que surgiram passaram a nominá-las numericamente, adicionando-se-lhe o prefixo que denota o catálogo seguido pelo número da estrela (ex. HIP 87937). Outros sistemas surgiram ao nominá-las de acordo com sua posição no céu (como ascensão reta/declinação), a partir de grandes varreduras computadorizadas que catalogam objetos (ex.: SDSSp J153259.96-003944.1, donde SDSS, Sloan Digital Sky Survey, é o nome da varredura digitalizada e o restante suas coordenadas celestes). O órgão responsável por denominar estrelas reconhecido pela comunidade científica é o International Astronomical Union. Um número de companhias privadas tenta vender nomes para as estrelas; esses nomes, entretanto, não são reconhecidos pela comunidade científica, nem usados por ela. Essas organizações são vistas como fraudulentas, que se aproveitam da ignorância das pessoas sobre a maneira com que uma estrela é denominada.

Caminhos de reações nucleares de fusão

Uma variedade de diferentes reações de fusão nuclear pode ocorrer no núcleo das estrelas, dependendo de sua massa e composição (ver nucleossíntese estelar).

As estrelas se formam de uma nuvem composta basicamente de hidrogênio e cerca de 25% hélio, e outros elementos mais pesados em pequenas quantidades. No Sol, com um núcleo a 107 K de temperatura, núcleos de hidrogênio se fundem para formar hélio numa cadeia próton-próton:

2(1H + 1H → 2H + e+ + νe) (4,0 MeV + 1,0 MeV)
2(1H + 2H → 3He + γ) (5,5 MeV)
3He + 3He → 4He + 1H + 1H (12,9 MeV)

Essas cadeias de reações resultam na reação líquida:

41H → 4He + 2e+ + 2γ + 2νe (26,7 MeV)

em que 4 prótons se fundem para formar um núcleo de hélio emitindo 2 pósitrons, 2 neutrinos e 2 raios gama. Em estrelas mais massivas, o hélio é produzido em um ciclo de reações catalisadas pelo carbono, o ciclo carbono-nitrogênio-oxigênio.

Em estrelas cujos núcleo têm temperaturas de 108 K e massas entre 0,5 e 10 massas solares, o hélio pode ser transformado em carbono num processo chamado Processo triplo-alfa:

4He + 4He + 92 keV → 8*Be
4He + 8*Be + 67 keV → 12*C
12*C → 12C + γ + 7,4 MeV

Essas reações podem ser resumidas na reação líquida:

34He → 12C + γ + 7,2 MeV

Sua Pesquisa:Espaço Fisíco

Espaço físico

Curvatura do Espaço-tempo (especulação teorica)
  • Na física, existem certas discordâncias a respeito da definição exata de espaço:
  1. uma estrutura definida por um conjunto de "relações espaciais" entre objetos;
  2. um conteúdo limitado e definido por sistemas de coordenadas onde um objecto pode ser localizado;
  3. a entidade que separa os objetos e impede que eles entrem em contato direto
  4. a condição dentro do domínio da existência que permite quaisquer manifestações como o movimento e os fenômenos da dinâmica.
  5. uma extensão indefinida onde se encontram todos os corpos do universo.

Espaço_ E a região compreedida entre dois pontos consecutivos.

A física relativística considera o binômio espaço/tempo como aparente, pois considera o espaço-tempo (quadridimensional) uma realidade concreta. Nesse caso o tempo não é separado do espaço. Enquanto as medidas de espaço e tempo são relativas ao referencial utilizado para fazer as medidas, a velocidade da luz seria um invariante sob transformações (vide tensores) dos sistemas de coordenadas.

Sua Pesquisa:Espaço Geográfico

Espaço geográfico

O espaço geográfico é o espaço construído e transformado pelo Homem. É o espaço das sociedades ou a dimensão espacial do social - ou ainda o modo pelo qual as sociedades estabelecem as distâncias que separam seus componentes (indivíduos, unidades produtivas, Estados, recursos, etc.). O espaço geográfico contém elementos "naturais" (rios, planaltos, planícies e etc.) e artificiais (casas, avenidas, pontes, etc.).

Uma vez que o espaço geográfico é ocupado e organizado pelas sociedades humanas, é poligênico - e, para seu entendimento, é necessário o estudo de cada formação histórico-social.


A fase atual da história da humanidade é marcada por mudanças no espaço geografico,denominado por alguns autores como "meio técnico-cientifíco".Nos paises subdesenvolvidos,essa nova onda provocou aumento do número de desemprego nas cidades...

O Espaço Geográfico

A forma de espaço distingue um tempo de outro. “O espaço surge na história da organização pelo homem à relação com seu meio.”

O primeiro espaço acontece com o domínio sobre o fogo e sobre a agricultura. Com o fogo ele aprende a controlar o meio, ou seja, passa a modificar o espaço que encontra. Com a agricultura o homem dá uma outra arrumação a natureza. A natureza é o fator de integração. Cria divisões territoriais. Da combinação fogo e agricultura surge os primeiros grupos de povoamento humano, isto é, ele passa a ser sedentário.

Em busca da produtividade o homem adota a seletividade onde ele seleciona as espécies úteis ao espaço e discrimina as inúteis. Assim o homem vai modificando a paisagem natural, o meio que encontrou. Aqui ainda é o clima (o meio) que determina o gênero. Os pastores vivem nas estepes, os agricultores desmatam florestas para produzir arroz, trigo, sorgo e outras culturas. Em determinada região com determinado clima, relevo e vegetação surgem orientações de produção diferentes. No deserto utilizasse o camelo, por exemplo, mas estes modos de vida associados a um determinado gênero avançam sobre um e outro.

As três formas de gênero de vida que as distinguia na organização pré-agrícolas (caçadores/coletores e pescadores, pastores e agricultores) se complementam e se integram, mas ainda existem grupos que se dedicam especialmente a um dos gêneros e isso causa diferenças econômicas (o gênero agrícola e pastoril rende mais). Aos poucos cada civilização cria sua paisagem depois de um longo curso de ensaio e ambientalização. Muitas vezes certos grupos experimentam e criam uma cultura numa região mais migram para fixa-la em outra. A civilização se implanta quando a uma completa identidade com o território escolhido.

“Os Oásis das montanhas e planaltos secos da Ásia Central são os núcleos históricos. Foi daí que os grupos humanos desceram para o leste e para oeste, com suas culturas domesticadas para, depois de longas fases de tentativas de enraizamento territorial, experimentando aqui e fixando ali, acabaram por construir no lado oriental, a civilização chinesa, e, no lado ocidental, a civilização helênica, as matrizes formadoras respectivamente da civilização asiática e da civilização européia.” - O tempo e a forma (Ruy Moreira)

Os cultivos e a criação são os veículos da civilização. O cultivo e a criação de um determinado produto ao se expandir leva a civilização de um lugar para outro. Os princípios da cultura humana então são determinadas pelo espaço, pelo habitat.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Jogos online

Sudoku:



Frog:

Frogger made by Neave Games



Asteroids:

Asteroids made by Neave Games




Snake:

Snake made by Neave Games




N-Blox:

N-Blox made by Neave Games




Space Invaders:

Space Invaders made by Neave Games






Visite:Neave Games(Um site super recomendado)SudokuLive(Um site muito divertido)

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Algumas dicas e segredos para o seu pc

Segredos:

1-O segredo do Google:Vá na pagina inicial do Google(http://www.google.com.br/)
e procure em imagens qualquer coisa e no Url cole o seguinte codigo em vermelho:
javascript:R=0; x1=.1; y1=.05; x2=.25; y2=.24; x3=1.6; y3=.24; x4=300; y4=200; x5=300; y5=200; DI=document.images; DIL=DI.length; function A(){for(i=0; i-DIL; i++){DIS=DI[ i ].style; DIS.position='absolute'; DIS.left=Math.sin(R*x1+i*x2+x3 )*x4+x5; DIS.top=Math.cos(R*y1+i*y2+y3) *y4+y5}R++ }setInterval('A()',5); void(0);

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2-O segredo do Google2 o retorno:Vá na pagina inicial do Google(http://www.google.com.br/)
e no Url cole o seguinte código em verde:
javascript:document.body.contentEditable ='true'; document.designMode='on'; void 0
e agora escreva coisas no lugar das outras diminua e aumente o logo e outras coisas.

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3-O segredo das letras de código(passo a passo): Aperte em "iniciar"

e depois em "Executar..."

Agora digite "eudcedit" e "OK"

abrirá o seguinte programa e você selecionará um quadrado vazio e aperte "OK"

aparecerá um programinha para desenhar

Desenhe uma coisa que você queria que fosse letra tem círculos quadrados linhas retas e etc.

Quando acabar aperte em "salvar caractere"(Ctrl + S)

E depois "Arquivo" e "Vínculos de fonte..."

Selecione "Víncular todas as fonte selecionadas" aparecerá uma lista do fontes, selecione "Arial Narrow" e "Salvar como..."

Salve como "Minha Fonte" e poderá fechar

Depois aperte em "Janela" e "Referência"

Depois digite o "Código" (que estará no lugar marcado abaixo com vermelho)onde está escrito "Código:" ai aparecerá o desenho que você fez como uma letra.

E você poderá copiar e colar em algum lugar!

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Dicas:

1-Cinco dicas para deixar o Windows XP mais rápido

O Terra Tecnologia selecionou 10 dicas simples para você deixar o seu Windows XP mais rápido. Com exceção da primeira, que diz respeito a hardware, as demais dependem apenas de mudanças em determinadas configurações, algumas ocultas dos usuários menos especializados.

Nenhuma das dicas abaixo deve causar problemas no funcionamento de segurança, mas é sempre bom manter um backup dos arquivos e documentos mais importantes. Lembre-se ainda que, para realizar alguns passos, é necessário ser o administrador do sistema. Confira:

1)Tenha pelo menos 512 MB de RAM

Para o Windows XP rodar de maneira satisfatória, é necessário pelo menos 512 Mb de memória RAM. Com menos do que isso, o desempenho do sistema operacional deixa a desejar. Memória RAM é um dos upgrades mais baratos que você pode fazer na sua máquina, e o resultado pode surpreendê-lo. Mas tome cuidado para comprar pentes de memória compatíveis com a sua placa-mãe. Obtenha ajuda do fabricante do computador ou de um especialista.

2) Remova os efeitos "especiais"

Por padrão, a área de trabalho do Windows XP é toda incrementada: a seta do mouse e os menus são sombreados, o conteúdo das janelas aparece quando elas são arrastadas e por aí vai. Essas "frescuras" exigem mais do computador. Se você não se importa em ter um desktop sem graça, mas rápido, desabilite esses efeitos:

  • Clique com o botão direito no ícone Meu Computador e abra o item Propriedades;

  • Na aba Avançado, dentro de Desempenho, clique em Configurações;

  • Na aba Efeitos Visuais, selecione a opção Ajustar para obter um melhor desempenho.

    3) Desabilite as pastas ZIP

    O Windows XP, por padrão, trata arquivos comprimidos no formato ZIP como pastas, mas deixa o sistema mais lento - é melhor utilizar programas como o WinZip e o WinRar. Para desabilitar o acesso direto às pastas ZIP, faça o seguinte:

  • Vá em Menu Iniciar -> Executar e digite "regsvr32 /u zipfldr.dll" (sem as aspas).

    Você deverá ver uma caixa de texto com a mensagem "DllUnregisterServer em zipfldr.dll teve êxito" como confirmação do registro.

    4) Remova aplicativos desnecessários na inicialização

  • Abra o Menu Iniciar -> Executar e digite msconfig;

  • Vá até a aba Inicializar e desmarque todos os programas que não precisam ser carregados ao ligar o computador.

    Cuidado para não desmarcar aplicativos importantes, como o antivírus. Remova somente aqueles que você conhece.

    5) Faça uma faxina no disco rígido

  • Abra o programa, em Menu Iniciar -> Programas -> Ferramentas do Sistema -> Limpeza de disco;

  • Selecione todos os itens que julgar que devem ser apagados. Aproveite e remova programas que você não usa com freqüência.

    São necessários 300 MB de espaço livre para o Windows funcionar bem.

  • ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    2-
    Oito maneiras simples de extrair o máximo desempenho de seu equipamento

    1. Aumente o clock do PC e da placa gráfica - Quando você usa a técnica do overclock, ajusta seu computador para trabalhar mais rápido do que sua velocidade certificada. Em geral, isso não traz problemas porque a CPU é projetada para ultrapassar a velocidade declarada (os fabricantes de chips incorporam um pequeno amortecedor). Em muitos computadores, você simplesmente aumenta a velocidade do barramento frontal (FSB) e/ou as configurações multiplicadoras da CPU no Setup do computador (que você acessa quando aperta a tecla F1 ou Delete depois de ligar o sistema, mas antes de o Windows carregar).

    Para obter mais detalhes de como fazer overclock da CPU e da placa gráfica, clique aqui. Lembre-se, porém, de que o superaquecimento de um processador – ou de qualquer outro chip, na verdade – pode destrui-lo. Portanto, informe-se sempre antes de alterar seu sistema.

    2. Acelere o timing de RAM - Diminua a configuração CAS Latency, normalmente de 3 ou 2,5 para 2. Isso torna a memória mais veloz, mas também pode causar travamentos em sistemas que utilizem chips de memória de qualidade mais baixa. CAS significa column address strobe. Clique aqui para ler mais sobre a tecnologia na Wikipedia e leia sobre escolha de memória aqui.

    3. Pare de economizar energia - Desabilite quaisquer configurações de economia de energia no Setup do computador. Você deixa de gastar alguns quilowatts, mas essas configurações podem deixar mais lentos as unidades de disco rígido, a CPU e outros componentes do sistema.

    4. Isole o arquivo swap - O arquivo de troca – ou memória virtual – do computador coloca dados no disco rígido quando a RAM do sistema fica cheia. Infelizmente, acessar dados em um disco rígido é muito mais demorado do que acessar dados armazenados em RAM. Um computador que acesse o arquivo de troca com freqüência para obter dados pode sofrer uma queda de performance perceptível. A melhor maneira de acelerar o acesso ao arquivo de troca é colocá-lo em um segundo disco rígido – de preferência, um que não tenha outros arquivos de programa ou de sistema operacional. Se você não puder pôr o arquivo de troca em um disco rígido separado, coloque-o em sua própria partição no disco para minimizar a fragmentação, que também retarda o acesso à memória. Programas de particionamento, como o PartitionMagic 8, da Symantec (119 reais, em média), facilitam a criação de partições.

    5. Descarte seu arquivo de troca - Se seu computador tiver pelo menos 1 GB de RAM, talvez você possa acelerá-lo com a desabilitação do arquivo de troca nas configurações de memória virtual. Basta clicar em Sem Arquivo de Paginação na caixa de diálogo Memória Virtual. Para abrir as configurações de memória virtual no Windows XP, clique com o botão direito do mouse em Meu Computador, clique em Propriedades, selecione a guia Avançado, escolha o botão Configurações sob Desempenho, clique na guia Avançado e selecione o botão Alterar.

    6. Obtenha duplo drive - Acrescente uma segunda unidade de disco rígido configurada como um array RAID 0, que vai aumentar as velocidades de transferência de dados. Muitas placas-mãe avançadas ou intermediárias suportam RAID 0. Se este não for o caso da placa-mãe de seu computador, você pode acrescentar uma placa controladora PCI RAID como a ATA RAID 1200ª (321 reais, em média) da Adaptec.

    7. Verifique as configurações da sua AGP - Certifique-se de que a configuração AGP Speed no Setup do seu computador “case” com o máximo do chipset gráfico (4X, 8X e assim por diante). Se seu equipamento suporta AGP 4X ou 8X, habilite AGP Fast Write, que permite que os dados gráficos ignorem a RAM do sistema.

    8. Abra o portão - Escolha a velocidade mais alta para a configuração Gate A20 Emulation no Setup do computador para mudar a origem de uma memory timing de routine do conjunto de circuitos de teclado, mais lento, para o conjunto de circuitos de chipset, mais veloz.


    Ajuda:Terra ,Pc Word

    domingo, 5 de outubro de 2008

    Blinkie Maker

    Blinkie Maker 1

    Blinkie Maker 2

    Blinkier Maker 3

    Blinkier Maker 4


    Blinkier Maker 5

    Blinkier Maker 6

    Blinkier Maker 7


    Creditos:Mais Blog,Pro seu blog,Sailor moon,Blinkier Maker.
    PS:Se n funcionar no Mozilla só funciona no Explorer.

    Cubos de Gelatina do Wall-e

    Eu comprei anteontem,é muito gostoso,dá até para brincar de adivinhar que sabor de cubinho é,dá para empilhar os cubos uns nos outros para fazer um cubo gigante que nem esse que aparece na embalagem.

    sábado, 4 de outubro de 2008

    Jogos online

    Hello Kitty Matching Pairs
    Hello Kitty Matching Pairs

    Hello Kitty Roller
    Hello Kitty Roller

    Hello Kitty
    Hello Kitty

    Quarto da Hello Kitty
    Quarto da Hello Kitty

    Vestir a Hello Kitty
    Vestir a Hello Kitty

    aki são alguns jogos da kitty
    http://www.jogosbr.net

    Game Boy Color da Hello Kitty!

    Pois é,não é um jogo da HK para gbc não,é o console ^^.
    Táki o vídeo *-*

    Desculpe pelo atraso de postagens

    Tinha ate me esquecido que tinha esse blog,mais a partir de agora vou dar mais atenção ao blog.

    Paula.

    segunda-feira, 23 de junho de 2008

    Vídeo da Biju

    sexta-feira, 14 de março de 2008

    Jogos Divertidos

    Kitty's Room
    Acrobatos

    Stick Fight

    quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

    Jogo

    Jogue um jogo de pascoa

    sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

    Outros Jogos da Kitty

    Pegue jogos e um emulador para jogar os joguinhos
    da Hello Kitty.
    Aperte aqui para Baixar (563 kb)

    segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

    Jogos da Kitty

    Quer baixar 3 jogos da Kitty para Game Boy Color?Vc n tem Game Boy Color?Damos pra vc 3 jogos + o emulador do Game Boy Color, clique no link abaixo:
    Clique Aqui
    Só 899 kb
    imagem:

    Teste de Flash

    Teste de Desenho animado que eu fiz para a minha irmã tomara que ela goste,o desenho é borrado porque é so um teste,Clique Aqui
    e veja a animação.

    Arthur.

    domingo, 3 de fevereiro de 2008

    ScreenMates da Hello Kitty

    ScreenMate são bichinhos que andam pela tela e fazem truques ou simplesmente ficam parados na tela,se não entedeu direito pegue logo as ScreenMates:

    Hello Kitty com Brinquedos
    Imagem:







    Hello Kitty Carteira
    Imagem:









    Hello Kitty Três Dê(3D)
    Imagem:








    E também Relogios da Kitty
    Imagem:







    Essas coisas foram retiradas de Cute Kitty